sábado, 28 de junho de 2014


Brasão de Armas do Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia De Segurança Pública

Ordenação heráldica:


O CORONEL - é representativo da Polícia de Segurança Pública constituído por arco liso com virolas nos bordos superior e inferior, encimado por quatro estrelas de seis pontas, das quais três são aparentes. O intervalo entre cada duas estrelas consecutivas é preenchido por um falcão estendido, tudo de ouro.
ESCUDO - com a forma português primitivo, de ouro com um cavalo brincão e empinado, de negro; contrachefe ondado de azul com duas burelas ondadas de prata.
DIVISA - num listei de branco, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de estilo elzevir, maiúsculas de negro “RES NON VERBA”.


Simbologia:


O CAVALO - A origem do vocábulo, de raiz grega, proveniente de Elasippo, significando condutor de cavalos, forma inicial de Olisipo, que teve origem nos afamados cavalos criados nos campos circunvizinhos do povoado, que viria depois a ser a cidade de Lisboa.
O BURELADO - Significa a proximidade do Rio Tejo, que corre aos pés de Lisboa.
O OURO - Significa a fé e a firmeza no cumprimento da missão.
A PRATA - Representa a esperança e a paz, que se pretende reine no seio das populações em benefício de quem actua.
O AZUL - Significa a justiça e a lealdade na actuação de todos os seus elementos.
O NEGRO - Significa a constância nas adversidades, o senso e a cortesia.
A DIVISA – “RES, NON VERBA” significando “OBRAS, NÃO PALAVRAS” ou “ACTOS, EM VEZ DE PALAVRAS” resume a acção necessária para se atingirem os objectivos que norteiam a acção policial.